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Posts Tagged ‘julio severo’

Duas rapidinhas: em Belo Horizonte, a PUC – uma Universidade Católica!está promovendo um curso de “Direito à Diferença”. Escândalo tremendo que uma instituição católica esteja de tal maneira prostituída que se preste a propagar não mais o Evangelho de Nosso Senhor, mas a ideologia gayzista. Triste. Satanás não precisa mais se preocupar tanto com a perversão dos costumes, pois hoje em dia são as próprias universidades católicas que fazem as vezes de sucursais do Inferno.

E o Julio Severo deixou o Brasil… ameaçado por constantes acusações de homofobia. Mesmo não havendo nenhuma lei de homofobia no Brasil, o patrulhamento exercido pela Gaystapo é terrível. O Luiz Mott – “Decano do Movimento Homossexual Brasileiro” – havia chegado ao ponto de publicar o endereço residencial dele na internet! Tempos difíceis se aproximam…

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Recebi por email do Julio Severo “o artigo ‘Diversidade sexual na sala de aula’, publicada na revista Presença Pedagógica” (v. 15, n. 85, jan./fev. 2009). Ele pode ser baixado aqui.

Trata o artigo, em resumo, sobre a sexualidade de crianças e adolescentes nas escolas públicas e, em particular, sobre o Projeto Educação sem Homofobia, um curso “com carga horária de 80 horas – 60 horas presenciais e 20 vivenciais” (dado o tema do curso, tenho até medo de imaginar o que isso signifique…), do qual participaram “240 professores e professoras” de abril a dezembro do ano passado. O curso serve para ensinar aos professores a “analisarem a própria escola e detectarem tanto a diversidade sexual ali presente (mas que não aparece e deve ser reconhecida) quanto situações de homofobia e sexismo, que devem ser combatidas”. Detalhe importante: “o projeto é financiado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educadação (Secad/MEC)”. Como “homofobia” é uma palavra inexistente e inventada pelo Movimento Gay para designar qualquer coisa que ele queira combater e destruir (e, de modo particularíssimo, é bem sabido que isto inclui o Cristianismo e a Igreja Católica), o que nós estamos vendo é o Governo financiar, com o dinheiro dos impostos dos cidadãos em sua maioria cristãos, o combate ao próprio cristianismo.

Acham que exagero? São palavras do coordenador-executivo do Educação sem Homofobia, Marco Antonio Torres: “[a] comunidade escolar ainda não consegue ser totalmente laica, trabalhar suas questões internas isenta dos valores pessoais de alguns grupos religiosos. Enquanto a escola não conseguir trabalhar os ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, sua missão em relação à diversidade sexual estará seriamente comprometida”. Considerando que os pais são obrigados a colocar os filhos nas escolas e, nelas, ensinam-se essas porcarias, estamos diante de uma verdadeira imposição estatal de valores anti-cristãos.

E o assunto não é novidade, pois “[a] discussão sobre sexualidade aparece nos Parâmetros Curriculares Nacionais, os PCNs, desde 1997, nos Temas Transversais. O documento sugere que a ‘Orientação Sexual na escola deve ser entendida como um processo de intervenção pedagógica que tem como objetivo transmitir informações e problematizar questões relacionadas à sexualidade, incluindo posturas, crenças, tabus e valores a ela associados'”. Leiam o que está escrito: escola precisa intervir pedagogicamente nas crenças dos alunos que não sejam compatíveis com o gay-way-of-life! Se isso não for uma declaração de guerra à educação católica e uma tentativa de se destruir os valores morais cristãos, é o quê?

Ainda acham que eu exagero? Vejam este livreto disponível em um site da UFRJ, indicado pelo mesmo artigo da revista! A página 18 carrega justamente o título de “Religião e Escola Pública”. Lá, é dito que “os valores religiosos (…) falam sobre valores que muitas vezes se pretendem universais” (a recursividade é por conta do autor do livreto). E também que “cada povo, cada grupo, cada ser humano, tem uma percepção e um entendimento diferente sobre a religião”. Como não poderia faltar, a calúnia histórica: “[n]ações indígenas tiveram sua cultura destruída em nome de uma salvação religiosa, cientistas foram perseguidos e mortos, mulheres queimadas em fogueiras, se fizeram e ainda se fazem centenas de guerras em nome da fé”. Após a primeira dose de relativismo e a segunda de calúnia, a sentença absoluta e intransigente: “a escola pública é laica e (…), portanto, não pode impor nenhuma religião, nem como crença, nem como prática, aos seus alunos”. Entenderam? Nem como prática. Ou seja, a moralidade vai para as cucuias. E o Estado, mais uma vez, impõe o estilo gay de se viver aos alunos.

Na verdade, a lógica do Governo Brasileiro é a seguinte: religião não pode ser “imposta”, mas o gayzismo não só pode como deve. E a religião não tem direito de falar, pois “o estado é laico” e, caso ela falasse, seria “homofobia”. A perseguição aos valores cristãos é manifesta. As coisas estão cada vez piores. Que Deus tenha misericórdia de nós todos.

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Três notícias sobre o assunto merecem a nossa atenção:

1. A (já antiga) denúncia, do início do ano, de que a prática conhecida como “barebacking” está crescendo no Brasil.

2. A denúncia do Julio Severo de que Projeto de Lei 3960/2008, referente ao Ministério da Pesca e Aquicultura, está servindo, subrepticiamente, à causa gayzista no Brasil.

3. A excelente entrevista com o Cardeal Janis Pujats, arcebispo de Riga (Letônia), na qual Sua Eminência Reverendíssima afirma (entre outras coisas excelentes) que “a perversão sexual não pode ser tolerada na esfera pública”.

O que essas coisas têm a ver umas com as outras? A primeira notícia é uma denúncia de um fato já existente – feita aliás com uma coragem admirável e digna de menção, dada a Ditatura Gay na qual nós praticamente já vivemos – e o destemor de classificá-lo como “caso de saúde pública”. A segunda, é uma denúncia de manobras políticas escusas, imbuídas de ideologia gayzista, que propiciam o surgimento, a manutenção e a multiplicação de fatos como os denunciados na primeira notícia. Por fim, a terceira delas é uma denúncia da ideologia gayzista em si, que motiva as manobras políticas escusas às quais se refere a segunda notícia. Têm tudo a ver, portanto, as três coisas: condicionam-se uma à outra, encaixam-se à semelhança de uma cadeia de causa-efeito, são como que as diversas fases de um único processo cujos produtos finais  não podem ser senão trágicos.

Alguém poderia contra-argumentar, dizendo que o homossexualismo não tem nada a ver com o “barebacking”, visto que nem todos os homossexuais são adeptos desta prática e, igualmente, nem todos os adeptos desta prática são homossexuais – e, assim, todos os encadeamentos que eu estou fazendo aqui não passam de sofismas baratos. Negativo. A ausência de uma relação biunívoca entre os dois conjuntos (dos homossexuais e dos “barebackers”) não muda o fato de que eles são muito afins. Ademais, o foco do problema não é tanto esse; o cerne da questão pode ser sintetizado naquilo que disse o cardeal Pujats em sua entrevista: “não é permitido extirpar o limite entre o bem e o mal, entre o que é permitido e o que é proibido, claramente estabelecido pela Lei divina”.

A promoção do homossexualismo na esfera pública é, de per si, a afirmação de que a Lei Natural não tem importância, e isto é precisamente a destruição dos limites entre o bem e o mal. E a abolição destes limites é, sem dúvidas, causa de incontáveis males para a sociedade: afinal, se está “tudo bem” com o homossexualismo, qual o problema com a promiscuidade, contanto que seja consentida? Qual o problema com as orgias como as narradas (de maneira tão repugnante!) pela reportagem do Jornal do Brasil? Qual o problema com o barebacking? Em uma palavra: se a sociedade esforça-se para demolir o fundamento moral do certo e do errado… como pode ela esperar conter os “casos de saúde pública” que sejam conseqüência direta desta demolição? Não dá para criar o monstro e vir depois lamentar a destruição por ele causada, prometendo ao mesmo tempo acabar com esta e preservar aquele.

Em suma, não adianta simplesmente resolver os casos específicos: é necessário cortar o problema pela raiz. É impossível tolerar as perversões morais e, ao mesmo tempo, desejar resolver os problemas decorrentes desta tolerância: isso não faz o menor sentido. É necessário combater – e não promover! – as depravações; é necessário que a discussão seja feita no nível conceitual, sem sentimentalismos baratos, sem a patrulha da Gaystapo, sem a ditadura do relativismo, sem os preconceitos contra a Igreja. E, de nossa parte – católicos! – é necessário que não nos calemos. “Para debelar as trevas, é necessária a luz”, como disse o Arcebispo de Riga, que disse também: “O fato é que o silêncio foi um erro nos países onde o homossexualismo já obtivera direitos”. Afirmemos corajosamente a Fé Católica e Apostólica, defendamos a Moral da Igreja. E termino com mais uma citação da (excelente!) entrevista concedida por Sua Eminência:

Devemos dizer que a perversão sexual não pode ser tolerada na esfera pública, para que tal desordem não se transforme em um mau exemplo para toda a sociedade. Se alguém tem inclinações para o vício, este deve ser disciplinado e tratado. Não se pode legalizá-lo ou protegê-lo, invocando a noção erroneamente aplicada de direitos humanos. O homossexualismo não é uma orientação sexual, mas uma perversão sexual.

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Apenas registrando, porque já faz mais de uma semana que o Murat comentou: é reconfortante ver a pequena Lia, canadense, de 12 anos, falando contra o aborto; é excelente ver que as novas gerações já não mais engolem os sofismas caducos dos defensores do assassinato de crianças. Há esperança para o futuro, e ela é personificada por esta pequena garota, que teve a coragem de tratar – com tanta desenvoltura! – de um tema tão grave, defendendo uma posição tão estigmatizada.

O vídeo já passou das 450.000 views; é impressionante. O Julio Severo traduziu uma reportagem de LifeSiteNews.com sobre o assunto. A garota deve ser o orgulho da mãe:

A mãe de Lia diz que o assunto foi escolhido pela própria filha, e que ela estava determinada a não ceder, até mesmo depois que os professores lhe disseram que sua apresentação era “adulta demais” e “polêmica demais”.

Que Deus nos conceda gerações e mais gerações de Lias – para a salvação do mundo!

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A cultura gay impõe-se não apenas “na canetada”, como querem fazer com a já tristemente célebre lei da Mordaça Gay. Acontece também “na surdina”, na subversão dos costumes, na glamourização do “gay way-of-life”, na disseminação de elementos gayzistas por meio das coisas banais do quotidiano; e o efeito de se viver no “mundo gay” que os gayzistas querem criar, onde se está diuturnamente exposto à homossexualidade, pode ser devastador. Especialmente para crianças e adolescentes. Os gayzistas sabem muito bem disso.

Isso explica, por exemplo, que a “Batwoman” seja lésbica. Quadrinhos que fazem apologia ao homossexualismo seriam impensáveis algumas décadas atrás! Não conheço esta personagem – descrita como “socialite lésbica à noite e uma combatente contra o crime mais tarde da noite” -, mas certamente o gibi tem leitores e fãs, e muito provavelmente uma parte considerável destes é formada por crianças e jovens. É sintomático que os propagadores do gayzismo desejem ganhar este espaço… eles sabem que, apresentando um super-herói homossexual, a sua figura enobrece e exalta os seus maus hábitos, que passam por bons, normais e – quiçá – até invejáveis e imitáveis.

A mesma coisa aconteceu numa escola do Distrito Federal, onde um professor foi acusado de fazer apologia ao homossexualismo. Sala de inglês, aula sobre verbos no passado, alunos entre 12 e 14 anos; a música escolhida pelo docente dizia “Eu beijei uma garota só para experimentar. Espero que meu namorado não se importe. Eu beijei uma garota e gostei do gosto de cereja do batom dela”. A “justificativa” do “educador”? Os verbos da música, todos eram no passado e eram o foco que eu tava trabalhando com os alunos na época. O colégio pediu para que o professor escolhesse outra música, e ele não concordou, levou a música para a sala de aula, e foi afastado da escola – graças a Deus! Se o motivo era verdadeiramente trabalhar os verbos no passado (e não fazer uma desgraçada apologia ao homossexualismo – de novo, nada surpreendentemente, entre adolescentes), então por que o professor não obedeceu ao colégio e escolheu uma outra música? Acaso a única música existente na língua inglesa que utiliza verbos no passado é uma música de uma lésbica? Que palhaçada!

Enquanto isso, o Governo Brasileiro diz que 99% – isso mesmo, 99%!! – dos cidadãos do país são “homofóbicos” e – mais grave! – precisam ser “reeducados”. A informação original é de LifeSiteNews.com, e a reportagem d’O GLOBO citada está aqui. O que é ser homofóbico? É acreditar em coisas como “Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram seu papel e tenham filhos” e “A homossexualidade é um pecado contra as leis de Deus”. Note-se ainda que esta estatística estapafúrdia nos diz que os próprios homossexuais são homofóbicos, já que – segundo eles próprios informam – “estudos atuais estimam que entre 5 a 10 % da população mundial seria composta por homossexuais”, e nenhuma ressalva é feita no sentido de dizer que o Brasil seja diferente.

A “reeducação” já começou e – como “é de pequenino que se torce o pepino” – ela almeja principalmente as crianças e os jovens: o homossexualismo presente nos heróis de quadrinhos e nas músicas badaladas são exemplos disso. Sinto muito, mas é um tremendo absurdo que 99% da população precise ser “reeducada” pelo 1% restante; a idéia é tão estúpida e, a presunção, tão descabida que me admira não ser ela objeto de chacota pública. Só podem ser já os efeitos da cultura gay. Acordemos, antes que seja tarde.

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Diversas vezes me deparei com pessoas que me confrontaram e tentaram se desvencilhar dizendo coisas do tipo: “Bem, você teve sorte!”. Pode ter certeza de que minha sobrevivência não tem nada a ver com sorte. O fato de eu estar viva hoje tem a ver com as escolhas feitas pela nossa sociedade: pessoas que lutaram para que o aborto fosse ilegal em Michigan naquela época — mesmo em casos de estupro —, pessoas que lutaram para proteger a minha vida e pessoas que votaram a favor da vida. Eu não tive sorte. Fui protegida. E vocês realmente acham que nossos irmãos e irmãs que estão sendo abortados todos os dias simplesmente são “azarados”?

Esta é a história de uma garota chamada Rebecca Kiessling, uma americana que foi concebida em um estupro e cuja mãe não pôde abortá-la. Ela tem um site pró-vida na internet, em inglês; o trecho da sua história em epígrafe (os grifos são meus) foi obtido no blog do Julio Severo, e vale muito a leitura completa.

“Eu não tive sorte. Fui protegida” – que força têm estas palavras! Nos dias de hoje – em que as pessoas têm sérias dificuldades em fazer abstrações – é muitíssimo eloqüente que um “exemplo vivo” daquilo sobre o qual estamos falando venha a público para dar o seu testemunho. O pai desta garota é um estuprador serial que violentou a sua mãe: ela é fruto de um estupro. Acaso não seria digna de viver por causa disso?

É tremendamente desumano acreditar que a vida ou a morte das pessoas dependam simplesmente de “sorte”, e que nós não devemos fazer nada para protegê-las. “É escolha da mulher”… então, a vida de um ser humano está ao arbítrio da mulher? No fundo, a pergunta fundamental a ser respondida nas discussões sobre a descriminalização do aborto não têm nada a ver com os direitos das mulheres, nem com os direitos ao próprio corpo, nem com os direitos sexuais e reprodutivos, mas sim com esta questão capital: as pessoas devem ser protegidas ou não? É o direito à vida que está em jogo! Tergiversar para longe desta questão é falsear o que se está discutindo e procurar “vencer pelo cansaço”, afogando as questões relevantes num oceano de sofismas e futilidades.

Quando se defende a inviolabilidade da vida humana, quando se afirma insofismavelmente que crianças inocentes não podem ser assassinadas – independente da situação -, então podemos ter a nossa consciência tranqüila, na certeza de que o nosso discurso é coerente. Mas, quando nós começamos a abrir exceções, e dizemos que, em certos casos, certas vidas não merecem proteção… então, onde vamos parar? Se uma vida pode ser descartada, então por que outra também não poderia ser? Se alguns inocentes podem ser assassinados, por que outros não o poderiam? Ora, se a vida não é defendida em sua integridade, então ela não é defendida. A diferença entre uma clínica de abortos onde se matam crianças e um campo de concentração onde se matam judeus não é de essência e sim de grau. Não dá para, racionalmente, condenar o segundo e defender a primeira: tal aberração lógica, mais dia menos dia, vai fatalmente ruir.

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– Boa notícia dada pelo Julio Severo: deputado Miguel Martini barra mutilação genital patrocinada pelo Governo Lula.

A oposição a Martini está vindo principalmente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea) e outras entidades que forçam o investimento de recursos públicos na promoção da agenda gay. Se tiverem sucesso contra Martini, as inúteis operações de mutilação genital prosseguirão, totalmente pagas por nossos impostos.

Entretanto, Martini está preocupado com o destino do dinheiro suado que sai do bolso do trabalhador brasileiro. “Eu presido uma entidade oncológica. As pessoas com câncer não conseguem fazer as cirurgias previstas no SUS”, comentou ele, deixando claro que a mutilação genital financiada pelo Estado “é uma coisa caríssima. É inaceitável em um país com os problemas do Brasil. Isso é um luxo, uma agressão à sociedade. Isso é um acinte contra o povo brasileiro, contra o cidadão que não tem dinheiro, não tem atendimento, está sofrendo dor, muitos estão morrendo nas filas do SUS”.

– Pertinente denúncia do Zenóbio Fonseca: Sodoma e Gomorra é aqui?

Não satisfeito em sua atuação política na causa homossexual, agora no final de seu mandato como prefeito da cidade do Rio de Janeiro, avança na criação de normas concretas e Regulamenta ambas as leis no dia 10/11/2008, através do Decreto Municipal nº 30033/2008, ou seja, tornando efetivo o cumprimento da legislação no âmbito da administração pública local, aparelhando o poder estatal de instrumentos e ferramentas de controle em favor dos grupos homossexuais.

A legislação editada pelo Prefeito César Maia (DEM) é de tamanha violência contra a sociedade em geral, pois ela agride diretamente princípios basilares da democracia, quais sejam: O direito a livre manifestação de pensamento (art. 3º, inc. IV da CF) o direito constitucional de liberdade de consciência, de crença , livre exercício de dos cultos religiosos e suas liturgias (art. 5º, inc. VI da CF); o direito a livre expressão de atividade intelectual, científica, de comunicação (art. 5º inc. IX da CF); Livre funcionamento dos cultos religiosos (art. 19, inc. I, parte, da CF).

– Subserviência do Conselho Federal de Psicologia à agenda gayzista e censura imposta aos profissionais da área: Conselho Federal de Psicologia contesta Vaticano.

Considerando que a homossexualidade não é doença, nem distúrbio e nem perversão, a Resolução define que os psicólogos “não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”. A Resolução determina ainda que “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os  preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como  portadores de qualquer desordem psíquica”.

Falemos, bem claro e bem alto, enquanto se pode falar.

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