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Posts Tagged ‘estados unidos’

Mais divulgação: abaixo-assinado eletrônico contra o convite feito ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que discurse na Universidade americana de Notre Dame – uma Universidade Católica. Para quem não está acompanhando, o presidente abortista foi convidado para “primeiro, discursar numa cerimônia de graduação de alunos de Direito, segundo, para receber um Doutorado Honoris Causa – a mais alta honraria que uma Universidade pode conceder, em termos acadêmicos”, como disse o Danilo há alguns dias. Dom John D’Arcy, da diocese responsável pela Universidade, já disse que não vai comparecer ao evento – eis um verdadeiro bispo católico! Protestemos contra esta afronta à Igreja.

Junte-se aos 260.000 que já assinaram esta petição, pedindo ao reitor da Universidade de Notre Dame que cancele o convite feito ao Presidente Obama, para falar naquele estabelecimento católico. O motivo é a posição de Obama militantemente favorável ao aborto.

http://www.notredamescandal.com/SignthePetitiontoFrJenkins/tabid/454/Default.aspx?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_content=E.0040

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– Vocações estão em alta, diz o jornal O Dia: 220 novos sacerdotes no ano passado, contra um média de 55 por ano na década de 90. Conclusão mais que evidente tirada pelo Luís Guilherme: “quanto mais se representa a fidelidade à Igreja e a sua tradição, mais atraente é para as vocações”. A firmeza atrai, como ele disse muito bem. Que Nossa Senhora cuide dos futuros sacerdotes.

Este texto traduzido pela Maite sobre “a morte da liturgia” (não, não tem a ver com o que o título dá a entender à primeira lida) é simplesmente belíssimo. A idéia de que há uma paulatina “poda” na Liturgia, a partir da Septuagésima até a Vigília Pascal, é fantástica e eu não havia pensado nisso ainda. Vejam:

“O Aleluia cessa na Septuagésima. Música e flores são abandonadas na Quarta-Feira de Cinzas. Hoje [no Domingo de Ramos], estátuas e imagens são envolvidas com um véu roxo. […] Depois da Missa da Quinta-Feira Santa o Santíssimo é removido do altar principal, que fica nu (a toalha é removida) e sinos são substituídos por matracas de madeira. Na Sexta-Feira Santa não há sequer Missa. No início da Vigília somos privados até de luz! É como se a Igreja mesma estivesse completamente morta com o Senhor em sua tumba”.

– Na semana passada, Iowa tornou-se o terceiro estado americano a legalizar o “casamento” gay. Hoje vi uma notícia dizendo que Vermont é o quarto – os parlamentares derrubaram o veto do governador. Os EUA estão caminhando a passos cada vez mais largos para o abismo. Deus tenha misericórdia dos Estados Unidos.

– Só indicando a leitura: o perfil do Marquês de Pombal. Trazendo à luz do dia a história do maçom, que não aprendemos nas aulas do segundo grau.

– Para os que não conhecem a já tristemente célebre história da péssima tradução para o português do Missal Romano, o Oblatvs publicou ontem uma muito didática comparação entre o original em latim, a versão em inglês e a versão em uso no Brasil. Rezemos! Pela fidelidade à Igreja desta Terra de Santa Cruz.

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Vejam que linda esta Revista de Saúde Sexual e Reprodutiva, nº 39, de março de 2009. Quase que exclusivamente dedicada ao caso da menina de Alagoinha que foi estuprada e teve os seus filhos abortados. 100% direcionada a fazer apologia do aborto. Vejam algumas frases das matérias lá disponíveis: “até quando continuaremos com uma lei penal que impede o exercício da autonomia sexual e reprodutiva das mulheres?”, “[a]ún bajo la presión de la iglesia católica-romana y otros grupos conservadores, algunos estados y municipios han comenzado recientemente a hacer más difícil para las mujeres el obtener atención de salud reproductiva y han limitado las opciones anticonceptivas—incluyendo el aumento de los procesamientos judiciales bajo las leyes existentes”, “muitas vítimas de violência sexual ainda não têm acesso ao aborto legal, estando impedidas de exercer o seu direito previsto em lei”.

A publicação é do IPAS, “uma organização não-governamental internacional que trabalha há três décadas com os objetivos de reduzir o número de mortes e danos físicos associados a abortamentos; expandir a capacidade da mulher no exercício de seus direitos de natureza sexual e reprodutiva; e melhorar as condições de acesso a serviços de saúde associados à reprodução, inclusive aos serviços de abortamento legal em condições adequadas (aborto seguro)”. Que, segundo o MidiaSemMascara (apud Brasil Acima de Tudo), “fornece equipamento para a realização do aborto no mundo inteiro e atualmente, com a conivência do governo brasileiro, ministra abertamente cursos de técnicas de aborto a mais de mil novos médicos por ano no Brasil”. Maravilha.

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Sobre as maravilhosas declarações do senhor presidente da República, para quem a culpa da crise econômica é de “gente branca de olhos azuis”, este artigo da Maria Lucia Victor Barbosa é primoroso. “Diante desse despautério a impressão que se tem é que o presidente da República quer se portar como um Hitler subdesenvolvido ás (sic) avessas. Ele não gosta de gente branca de olhos azuis, como se existisse pureza racial”.

Acho que nunca antes na história deste país nós tivemos declarações tão infelizes pronunciadas pelo presidente da República. Curiosamente, Barack Obama gosta de Lula e se derrama em elogios diante dele. “Esse é o cara! Eu adoro esse cara!”. Curioso.

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Escrevam ao Le Mondevejam aqui como – para protestar contra uma charge blasfema publicada no jornal. Ainda sobre a questão das camisinhas, ainda atacando covardemente o Cristianismo. Se fossem charges de Maomé…

É fundamental que as pessoas não se calem, e não aceitem passivamente que a sua Fé seja escarnecida, que debochem gratuitamente de suas crenças e seus valores. Não podemos nos dar ao luxo de simplesmente fingir que não é conosco, quando as coisas santas são atacadas por homens impiedosos. Importa defender os direitos de Deus. É nosso dever de cristãos fazê-lo.

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Ainda sobre as camisinhas, o Bispo das Forças Armadas em Portugal, dom Januário Torgal Ferreira, disse que “[p]roibir preservativo é consentir em muitas mortes”.

Aliás, a situação em Portugal é delicada. Rezemos; que a Virgem de Fátima faça com que, em Portugal, conserve-se sempre o dogma da Fé.

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Que exemplo da Conferência Episcopal Norte-Americana: quantas pessoas estão se unindo à Igreja nesta Páscoa? Vejam a tabela apresentada, com as várias dioceses e o número de catecúmenos e “candidatos” (cristãos não-católicos que estão abandonando as heresias para abraçar a Esposa de Nosso Senhor) por diocese.

Na Philadelphia, 436 catecúmenos e 537 candidatos. Em Seattle, 736 catecúmenos e 506 candidatos. Em Atlanta, 513 catecúmenos e 2195 candidatos! Ah… que santa inveja…

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Em linhas rápidas: Obama liberou na segunda-feira o uso de dinheiro público em pesquisas com células-tronco. Embrionárias, óbvio. Contrariando a política pró-vida de George W. Bush; acabando com a proteção à vida humana que o presidente anterior tinha erguido a duras penas.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta segunda-feira um decreto suspendendo o veto de seu antecessor, o republicano George W. Bush, ao uso de dinheiro público em pesquisas com células-tronco. Obama prometeu uma “nova fronteira” para a ciência, livre de interferências políticas.

Em agosto de 2001, Bush assinou um decreto que proibia o uso de fundos federais em estudos com células embrionárias.

Deus tenha misericórdia dos Estados Unidos.

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– No Brasil: o número de abortos “com amparo legal” cresceu 43%. Vale salientar que não existe aborto com amparo legal, como (entre outras pessoas) o padre Lodi já mostrou muito bem. O que existe é o assassinato ilegal e imoral de crianças sendo praticado graças aos impostos pagos pelos cidadãos de bem e à sanha assassina do Ministro da Saúde et caterva. Rezemos pelo Brasil, a fim de que Deus tenha misericórdia e o sangue de inocentes derramado nesta Terra de Santa Cruz não atraia a justa ira do Todo-Poderoso.

– No mundo: Estados Unidos aprovam testes de CTEHs em humanos. A FDA autorizou que uma empresa na Califórnia fizesse testes (que devem começar “ainda no verão deste ano”) com dez pacientes, dos quais oito estão completamente paralisados. É estranho, porque há bem pouco tempo – em outubro do ano passado – a agência reguladora norte-americana havia recusado estes testes clínicos

A sra. Lygia Pereira, que encabeça o assassínio de embriões humanos tupiniquim, havia dito em setembro último: “agora já acho que no ano que vem teremos o primeiro teste clínico com células-tronco embrionárias no mundo”. Infelizmente, parece que a pesquisadora vai acertar no seu palpite. Que Deus tenha piedade dos Estados Unidos.

– Não sei se todos já leram o padre Lodi: cadeia para as mulheres que fazem aborto? Vale muito a pena, e é crucial que entendamos muito bem o jogo dos abortistas, nestes tempos em que a vida humana é tão atacada e o Governo Brasileiro está tão diligentemente empenhado na implantação, per fas et per nefas, a ferro e a fogo, do assassinato de crianças no Brasil. Que Nossa Senhora da Conceição Aparecida livre esta Terra de Santa Cruz da maldição do aborto.

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[Original disponível no site da Catholic League

Fazemos eco ao que disse o presidente da Liga Católica: é bastante significativo que uma das primeiras atitudes do presidente norte-americano tenha sido justamente direcionar fundos federais para financiar o aborto. Esperamos que os católicos verdadeiros vejam isso, a fim de que não assistam atônitos e impassíveis ao genocídio silencioso.]

Obama financia o aborto

23 de janeiro de 2009

As notícias recentes dizem que o Presidente Barack Obama vai derrubar as restrições de financiamento de abortos [realizados] em alto mar [overseas] hoje. A política da Cidade do México, que negava financiamento federal para organizações privadas que fazem e promovem abortos, será rescindida por uma ordem executiva.

O presidente da Liga Católica, Bill Donohoue, informou-nos sobre esta decisão hoje:

“Eis que temos um presidente negro pegando dinheiro dos pagadores de impostos, em uma época de crise econômica, e entregando-o para organizações – muitas das quais são anti-católicas – a fim de que elas possam gastá-lo matando bebês não-brancos em países do Terceiro Mundo. E Obama é conhecido como um progressista.

Obama falou repetidas vezes que não é pró-aborto, e alguns católicos, babando [salivating] por um trabalho na sua administração, acreditaram nele. Ele está no cargo há apenas alguns poucos dias e uma das primeiras coisas que ele decidiu fazer foi financiar o aborto. Isto poderia ser equiparável [on a par with] a alguém que dissesse ser a favor do controle de armas e fornecesse fundos para a NRA [National Rifle Association]. De fato, ninguém gasta dinheiro para apoiar algo que ele realmente abomine. Em suma, é o tempo em que os grupos pró-aborto podem simplesmente dizer que, quaisquer que sejam as reservas que eles possam ter referente ao aborto (e alguns não têm nenhuma), elas [as reservas] estão compensadas [outweighed] pelo seu total apoio a ele.

Exatamente na Segunda-Feira passada, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos tornou pública uma carta enviada para Obama pedindo-lhe que mantivesse a política do Estado do México. Obama tomou sua decisão, e nós esperamos que todo católico que é realmente pró vida entenda isso”.

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As we may easily see, from the map on the bottom of the column, some of our visistor have their ip’s pointing to many, many places around the globe, specially the western Europe and the United States of America, to whom this first english written post is addressed. I cannot guarantee at all  any frequence on these posts, for my english — as you all may see — isn’t that great. Although, i found myself in trouble when I was trying to translate the letter sent to Mr. Obama by the United States Conference of Catholic Bishops and signed by Msr. Francis Cardinal George, bishop of Chicago and president of this conference, as I didn’t want to compromize the meaning of any word, so i thought that this was a good chance to a post in this blog to welcome the english speakers (and non-portuguese speakers as well), so welcome!

Great words were said by the conference, and I hope that we all can learn something about courage and the will to propagate the catholic faith and the will to extend the kingdom of Christ on earth. Before quoting the letter in integrum, I felt free to highlight some parts, as will you see. Sorry for my poor english. Feel free to correct any word or sentence.  Let us just say that the american people can be proud of their Conference of Bishops. May  each one of them say, when the time comes: “I have fought a good fight, I have finished my course, I have kept the faith.”

Here’s the letter: [ the original]

As our nation begins a new year, a new Administration and a new Congress, I write to outline principles and priorities that guide the public policy efforts of the United States Conference of Catholic Bishops (USCCB). As President of the Bishops’ Conference, I assure you of our prayers, hopes and commitment to make this period of national change a time to advance the common good and defend the life and dignity of all, especially the vulnerable and poor. We continue to seek ways to work constructively with the new Administration and Congress and others of good will to pursue policies which respect the dignity of all human life and bring greater justice to our nation and peace to our world.

As Bishops, we approach public policy as pastors and teachers. Our moral principles have always guided our everyday experience in caring for the hungry and homeless, offering health care and housing, educating children and reaching out to those in need. We lead the largest community of faith in the United States, one that serves every part of our nation and is present in almost every place on earth. From our experience and our tradition, we offer a distinctive, constructive and principled contribution to the national dialogue on how to act together on issues of economic turmoil and suffering, war and violence, moral decency and human dignity.

Our nation now faces economic challenges with potentially tragic human consequences and serious moral dimensions. We will work with the new Administration and Congress to support strong, prudent and effective measures to address the terrible impacts and injustices of the economic crisis. In particular, we will advocate a clear priority for poor families and vulnerable workers in the development and implementation of economic recovery measures, including new investments while strengthening the national safety net. We also support greater accountability and oversight to address irresponsible abuses of the system that contributed to the financial crisis.

The Catholic Bishops of the United States have worked for decades to assure health care for all, insisting that access to decent health care is a basic human right and a requirement of human dignity. We urge comprehensive action to ensure truly universal health care coverage which protects all human life including pre-natal life, and provides access for all, with a special concern for the poor. Any such legislation ought to respect freedom to choose by offering a variety of options and ensuring respect for the moral and religious convictions of patients and providers. Such an approach should seek to restrain costs while sharing them equitably.

In closing, I renew our expression of hope and our offer of cooperation as you begin this new period of service to our nation in these challenging times. We promise our prayers for you, that the days ahead will be a time of renewal and progress for our nation and that we can work together to defend human life and dignity and build a nation of greater justice and a world at peace.

Nonetheless, we offer this outline as an agenda for dialogue and action. We hope to offer a constructive and principled contribution to national discussion over the values and policies that will shape our nation’s future. We seek to work together with our nation’s leaders to advance the common good of our society, while disagreeing respectfully and civilly where necessary for preserving that same common good.

On international affairs, we will work with our leaders to seek a responsible transition in an Iraq free of religious persecution. We especially urge early, focused and persistent leadership to bring an end to violent conflict and a just peace in the Holy Land. We will continue to support essential U.S. investments to overcome poverty, hunger and disease through increased and reformed foreign assistance. Continued U.S. leadership in the fight against HIV-AIDS and other diseases in ways that are both effectively and morally appropriate have our enthusiastic backing. Recognizing the complexity of climate change, we wish to be a voice for the poor and vulnerable in our country and around the world who will be the most adversely affected by any dramatic threats to the environment.

We will work with the new Administration and Congress to fix a broken immigration system which harms both our nation and immigrants. Comprehensive reform is needed to deal with the economic and human realities of millions of immigrants in our midst. It must be based on respect for and implementation of the law. Equally it must defend the rights and dignity of all peoples, recognizing that human dignity comes from God and does not depend on where people were born or how they came to our nation. Truly comprehensive immigration reform will include a path to earned citizenship with attention to the fact that international trade and development policies influence economic opportunities in the countries from which immigrants come.

We stand firm in our support for marriage which is a faithful, exclusive, lifelong union of a man and a woman and must remain such in law. In a manner unlike any other relationship, marriage makes a unique and irreplaceable contribution to the common good of society, especially through the procreation and education of children. No other kinds of personal relationships can be justly made equivalent to the commitment of a man and a woman in marriage.

With regard to the education of children, we will continue to support initiatives which provide resources for all parents, especially those of modest means, to choose education which best address the needs of their children.

We welcome continuing commitments to empower faith-based groups as effective partners in overcoming poverty and other threats to human dignity. We will work with the Administration and Congress to strengthen these partnerships in ways that do not encourage government to abandon its responsibilities, and do not require religious groups to abandon their identity and mission.

Most fundamentally, we will work to protect the lives of the most vulnerable and voiceless members of the human family, especially unborn children and those who are disabled or terminally ill. We will consistently defend the fundamental right to life from conception to natural death. Opposed to abortion as the direct killing of innocent human life, we will encourage one and all to seek common ground that will reduce the number of abortions in morally sound ways that affirm the dignity of pregnant women and their unborn children. We will oppose legislative and other measures to expand abortion. We will work to retain essential, widely supported policies which show respect for unborn life, protect the conscience rights of health care providers and other Americans, and prevent government funding and promotion of abortion. The Hyde amendment and other provisions which for many years have prevented federal funding of abortion have a proven record of reducing abortions. Efforts to force Americans to fund abortions with their tax dollars would pose a serious moral challenge and jeopardize the passage of essential health care reform.

This outline of USCCB policies and priorities is not complete. There are many other areas of concern and advocacy for the Church and the USCCB especially: religious freedom and other civil and human rights, news media and communications, and issues of war and peace. For a more detailed description of our concerns please see Forming Consciences for Faithful Citizenship (USCCB 2008), pages 19-30

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