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Posts Tagged ‘barack obama’

Mais divulgação: abaixo-assinado eletrônico contra o convite feito ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que discurse na Universidade americana de Notre Dame – uma Universidade Católica. Para quem não está acompanhando, o presidente abortista foi convidado para “primeiro, discursar numa cerimônia de graduação de alunos de Direito, segundo, para receber um Doutorado Honoris Causa – a mais alta honraria que uma Universidade pode conceder, em termos acadêmicos”, como disse o Danilo há alguns dias. Dom John D’Arcy, da diocese responsável pela Universidade, já disse que não vai comparecer ao evento – eis um verdadeiro bispo católico! Protestemos contra esta afronta à Igreja.

Junte-se aos 260.000 que já assinaram esta petição, pedindo ao reitor da Universidade de Notre Dame que cancele o convite feito ao Presidente Obama, para falar naquele estabelecimento católico. O motivo é a posição de Obama militantemente favorável ao aborto.

http://www.notredamescandal.com/SignthePetitiontoFrJenkins/tabid/454/Default.aspx?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_content=E.0040

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Vejam que linda esta Revista de Saúde Sexual e Reprodutiva, nº 39, de março de 2009. Quase que exclusivamente dedicada ao caso da menina de Alagoinha que foi estuprada e teve os seus filhos abortados. 100% direcionada a fazer apologia do aborto. Vejam algumas frases das matérias lá disponíveis: “até quando continuaremos com uma lei penal que impede o exercício da autonomia sexual e reprodutiva das mulheres?”, “[a]ún bajo la presión de la iglesia católica-romana y otros grupos conservadores, algunos estados y municipios han comenzado recientemente a hacer más difícil para las mujeres el obtener atención de salud reproductiva y han limitado las opciones anticonceptivas—incluyendo el aumento de los procesamientos judiciales bajo las leyes existentes”, “muitas vítimas de violência sexual ainda não têm acesso ao aborto legal, estando impedidas de exercer o seu direito previsto em lei”.

A publicação é do IPAS, “uma organização não-governamental internacional que trabalha há três décadas com os objetivos de reduzir o número de mortes e danos físicos associados a abortamentos; expandir a capacidade da mulher no exercício de seus direitos de natureza sexual e reprodutiva; e melhorar as condições de acesso a serviços de saúde associados à reprodução, inclusive aos serviços de abortamento legal em condições adequadas (aborto seguro)”. Que, segundo o MidiaSemMascara (apud Brasil Acima de Tudo), “fornece equipamento para a realização do aborto no mundo inteiro e atualmente, com a conivência do governo brasileiro, ministra abertamente cursos de técnicas de aborto a mais de mil novos médicos por ano no Brasil”. Maravilha.

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Sobre as maravilhosas declarações do senhor presidente da República, para quem a culpa da crise econômica é de “gente branca de olhos azuis”, este artigo da Maria Lucia Victor Barbosa é primoroso. “Diante desse despautério a impressão que se tem é que o presidente da República quer se portar como um Hitler subdesenvolvido ás (sic) avessas. Ele não gosta de gente branca de olhos azuis, como se existisse pureza racial”.

Acho que nunca antes na história deste país nós tivemos declarações tão infelizes pronunciadas pelo presidente da República. Curiosamente, Barack Obama gosta de Lula e se derrama em elogios diante dele. “Esse é o cara! Eu adoro esse cara!”. Curioso.

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Escrevam ao Le Mondevejam aqui como – para protestar contra uma charge blasfema publicada no jornal. Ainda sobre a questão das camisinhas, ainda atacando covardemente o Cristianismo. Se fossem charges de Maomé…

É fundamental que as pessoas não se calem, e não aceitem passivamente que a sua Fé seja escarnecida, que debochem gratuitamente de suas crenças e seus valores. Não podemos nos dar ao luxo de simplesmente fingir que não é conosco, quando as coisas santas são atacadas por homens impiedosos. Importa defender os direitos de Deus. É nosso dever de cristãos fazê-lo.

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Ainda sobre as camisinhas, o Bispo das Forças Armadas em Portugal, dom Januário Torgal Ferreira, disse que “[p]roibir preservativo é consentir em muitas mortes”.

Aliás, a situação em Portugal é delicada. Rezemos; que a Virgem de Fátima faça com que, em Portugal, conserve-se sempre o dogma da Fé.

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Que exemplo da Conferência Episcopal Norte-Americana: quantas pessoas estão se unindo à Igreja nesta Páscoa? Vejam a tabela apresentada, com as várias dioceses e o número de catecúmenos e “candidatos” (cristãos não-católicos que estão abandonando as heresias para abraçar a Esposa de Nosso Senhor) por diocese.

Na Philadelphia, 436 catecúmenos e 537 candidatos. Em Seattle, 736 catecúmenos e 506 candidatos. Em Atlanta, 513 catecúmenos e 2195 candidatos! Ah… que santa inveja…

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Em linhas rápidas: Obama liberou na segunda-feira o uso de dinheiro público em pesquisas com células-tronco. Embrionárias, óbvio. Contrariando a política pró-vida de George W. Bush; acabando com a proteção à vida humana que o presidente anterior tinha erguido a duras penas.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta segunda-feira um decreto suspendendo o veto de seu antecessor, o republicano George W. Bush, ao uso de dinheiro público em pesquisas com células-tronco. Obama prometeu uma “nova fronteira” para a ciência, livre de interferências políticas.

Em agosto de 2001, Bush assinou um decreto que proibia o uso de fundos federais em estudos com células embrionárias.

Deus tenha misericórdia dos Estados Unidos.

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Comento com um pouco de atraso, mas comento: Hans Küng – “um dos teólogos católicos mais importantes da atualidade”, segundo uma notícia publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos – saiu nos últimos dias com uma das idéias mais estapafúrdias que eu já vi no clero católico: “se Obama fosse Papa”, artigo publicado na Adital. Como muito acertadamente comentou um amigo meu, é a maior concentração de clichês contra a Igreja por centímetro quadrado de texto que se poderia encontrar.

A Montfort classificou o texto como “o programa de um Papa Anti-Cristo”; não deixa de ter razão, porque o artigo de Küng é tão estranho à Doutrina Católica que provoca náuseas…

Logo no início, a comparação do Papa Bento XVI com George W. Bush é um grande elogio dirigido ao ex-presidente dos Estados Unidos: Tanto Bush quanto Ratzinger não conseguem aprender nada em matérias de controle de natalidade e aborto, não são propensos a implementar quaisquer reformas sérias, são arrogantes e sem transparência na forma como exercem os seus cargos, restringindo liberdades e direitos humanos.

A última parte da frase é calúnia barata – a menos que o pe. Küng entenda que o aborto é uma “liberdade” e um “direito humano”; afinal, a Igreja Católica é a maior – ou melhor, é a Única – defensora integral da liberdade do homem e dos direitos humanos em sua plenitude e no seu verdadeiro sentido. A que liberdade maior do que a dos filhos de Deus os homens podem aspirar? Quais direitos humanos podem ser mais sólidos e verdadeiros do que aqueles alicerçados sobre a dignidade intrínseca do ser humano que – ainda pecador – é criado à imagem e semelhança de Deus? Não dá para entender as acusações baratas do pe. Küng, que são o oposto mesmo da verdade… afinal, são as ideologias “modernas” que são inimigas da liberdade e dos direitos humanos, e a Igreja de Cristo sempre esteve vigilante, intrépida, fazendo oposição a todas elas e proclamando bem alto o fim último ao qual os homens são chamados. Pobres são as ideologias que estão voltadas para esta terra; enquanto isso, a Igreja acena para o Céu.

Sugere o pe. Küng que o Papa deveria convocar “um concílio ecumênico para promover a mudança de rumo”. A idéia traz uma confissão interessante: é eloqüente que, para os modernistas, o Vaticano II não seja suficiente. É revelador que a Igreja “precise” de um Novo Concílio para que execute a Sua “mudança de rumo”; o que nos deixa entrever que, portanto, a mudança de rumo almejada ainda não aconteceu. Na verdade, o pe. Küng apresenta-se como um exemplo vivo daquilo que o Santo Padre já falou no seu discurso à Cúria Romana no natal de 2005:

A hermenêutica da descontinuidade corre o risco de terminar numa ruptura entre a Igreja pré-conciliar e a Igreja pós-conciliar. Ela afirma que os textos do Concílio como tais ainda não seriam a verdadeira expressão do espírito do Concílio.

Seriam o resultado de compromissos em que, para alcançar a unanimidade, foi necessário arrastar atrás de si e confirmar muitas coisas antigas, já inúteis. Contudo, não é nestes compromissos que se revelaria o verdadeiro espírito do Concílio mas, ao contrário, nos impulsos rumo ao novo, subjacentes aos textos: somente eles representariam o verdadeiro espírito do Concílio, e partindo deles e em conformidade com eles, seria necessário progredir.

Diz exatamente isso o teólogo que queria que Obama fosse Papa: é necessário progredir, é necessário convocar um novo concílio. Podemos assim notar como as palavras do Papa à Cúria Romana fulminam precisamente as propostas do teólogo suíço; e é igualmente revelador que, mais de três anos após a condenação de Bento XVI à “hermenêutica da descontinuidade”, Hans Küng venha a público propôr precisamente esta hermenêutica condenada…

O resto do artigo é um monte de blá-blá-blá, mostrando o “contraste deprimente” entre o presidente dos Estados Unidos e o Chefe da Igreja Católica. Na verdade, de todo este palavrório, é possível perceber que Hans Küng odeia a Igreja à qual pertence e para a qual foi ordenado sacerdote: preferiria uma igreja “aberta ao mundo”, uma igreja de “rumos mudados”, uma igreja “democrática”, e uma igreja que, em virtualmente tudo, é o contrário da Igreja fundada por Nosso Senhor. Não entendo como este péssimo teólogo é ainda considerado como referência para alguma coisa e ainda encontra espaço na mídia – ou, na verdade, até entendo: porque Satanás não dorme, e asinus asinum fricat, e os inimigos de Deus estão sempre ávidos por encontrar munição para os seus maus propósitos e a sua guerra contra a Igreja de Jesus Cristo. Mas non praevalebunt; afinal, passarão céus e terra, passarão modernistas e TLs, passarão veículos de mídia irresponsáveis, passarão teólogos suíços hereges, e a Igreja permanecerá tal e qual sempre esteve, qual Esposa Fiel que é, à espera de Nosso Senhor.

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Quatro notícias sobre o desmoronamento do mundo:

– Na Escócia, duas crianças foram arrancadas da casa dos avós onde viviam para serem entregues a uma dupla gay. Um menino e uma menina, irmãos, de quatro e cinco anos. Pelo que pude entender com meu italiano traditore, os avós legítimos dos meninos – pais da sua mãe biológica – são, pelas leis escocesas, muito velhos para cuidar de crianças. Ele tem cinquenta e nove anos e, ela, quarenta e seis. Lutaram por dois anos para manter a guarda dos netos, até esgotarem os seus recursos financeiros com as despesas legais; entregando-os por fim à adoção, foram supreendidos ao saberem que eles iriam ser entregues para uma dupla de homens. De nada valeram os protestos do avô: ameaçaram-lhe não lhe deixar mais ver os meninos, caso ele se mostrasse hostil à decisão! Apesar de 90% (isso mesmo, noventa por cento) dos escoceses terem se mostrado contrários à idéia (quando foram consultados à época), desde 2006 que duplas de homossexuais podem adotar crianças na terra de William Wallace. A mesma notícia diz ainda que casais obesos ou fumantes tiveram adoções negadas. Ou seja, tudo bem ser gay, o que você não pode de nenhuma maneira é ser gordo…

– No Reino Unido, uma enfermeira evangélica foi suspensa por ter se oferecido para rezar por um paciente:

A Sra. Petrie, cristã comprometida, de 45 anos, enfrenta uma ação disciplinar após ser acusada de não cumprir um compromisso de igualdade e diversidade. Poderia ser despedida depois de perguntar a uma paciente idosa se queria que rezasse por ela.

Não sei se foi motivado pelo fato; mas o Cardeal Bertone denunciou fortemente o laicismo, nesta quinta-feira (ontem), ao afirmar que relegar a religião ao âmbito privado é uma violação da liberdade religiosa

– Não entendi absolutamente nada sobre este discurso do presidente Obama. Atacando as divergências religiosas e tentando, ao que parece, propôr uma espécie de indiferentismo religioso como único remédio para a “intolerância”, o senhor presidente fez a seguinte afirmação que tenho até medo de traduzir: There is no God who condones taking the life of an innocent human being. This much we know. Ou seja, “não há Deus que perdoe tirar a vida de um ser humano inocente. Isto nós sabemos bem”.

O que raios o presidente mais abortista que já passou pelos Estados Unidos quer dizer com isso, é mistério que escapa à minha estreita compreensão. É hipocrisia? É desespero, afirmando que Deus não o pode perdoar porque ele apóia e financia o destroçamento de seres humanos inocentes? É sinal de conversão e de mudança de posições? Rezemos pelos Estados Unidos da América; que o solo americano não seja ainda mais manchado pelo sangue dos inocentes assassinados antes de virem à luz.

Hoje começou a “redução de alimentação” – leia-se, o assassinato por inanição – da “Terri Schiavo” italiana, Eluana Englaro. 38 anos, em estado vegetativo permanente há 17, a Justiça autorizou recentemente o seu assassinato após pedidos da família. No entanto, ainda há esperança, pois “o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, afirmou que está estudando a aprovação de um decreto urgente para barrar a sentença que permite a suspensão da alimentação artificial à italiana”. Rezemos também por esta garota. E, enquanto o mundo desaba, que a Virgem Maria seja em nosso favor, para que permaneçamos firmes, custe o que custar, nadando contra a corrente, contra tudo e contra todos se necessário for, em santa intransigência para com as Leis de Deus.

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Rápidas sobre a política nacional e internacional: aqui no Brasil, foi aprovado em dezembro (e eu só o soube esta semana) um projeto de lei que prescreve a distribuição gratuita, pelo SUS, de seringas descartáveis para usuários de drogas. Ao menos o tal projeto “será analisado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ)”, e esperamos sinceramente que este absurdo não seja aprovado. No entanto, é já de se lastimar profundamente que ele tenha passado na Comissão de Seguridade Social e Família!

Nada me convence da eficácia – nem mesmo de um ponto de vista meramente naturalista – destas políticas de “redução de danos”. Afigura-se-me um absurdo completo a própria noção de que o Estado deva subsidiar o vício (criminoso) de seus súditos. Ao mesmo tempo em que coisas que têm uso lícito, como o álcool e o fumo, são demonizadas (nunca vi uma política de disponibilização de motoristas para os cidadãos que quisessem se embriagar nos finais de semana, por exemplo), as drogas ilícitas caem nas graças do Estado às custas dos contribuintes [utilizo aqui “lícito” e “ilícito” do ponto de vista moral, e não meramente legal]. Não consigo vislumbrar o futuro que pode ter a Família brasileira, quando uma comissão que (teoricamente) representa os seus interesses dá parecer favorável a um dos mais terríveis inimigos da estabilidade familiar, que é o vício em drogas.

No mundo, parece que os militares norte-americanos não estão lá muito satisfeitos com a política do presidente Obama. Em Guantánamo, o juiz militar James Pohl  manteve uma audiência contra um saudita que já estava marcada, a despeito da ordem presidencial de suspender todos os processos por quatro meses; sobre a Guerra do Iraque, o general Ray Odierno  (que é chefe das forças americanas e aliadas no Iraque) propôs a retirada de apenas duas brigadas de combate americanas nos próximos seis meses – contrariando a promessa de campanha do presidente, que era a de retirar uma brigada por mês pelos próximos dezesseis meses.

Aliás, o que o Olavo de Carvalho fala sobre ele é engraçado. É ad hominem e nem de longe pode ser considerado o mais preocupante, mas é para se rir:

Diante de milhões de espectadores, ele [Barack Obama] declarou que seu trecho predileto do Novo Testamento é João 16:3. Queria dizer, é claro, João 3:16, o versículo central do cristianismo: “De tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho Unigênito, para que todo aquele que creia nele não pereça, mas tenha a vida eterna.” E João 16:3, o que diz? Bem, depois de Spike Lee ter afirmado que Deus enviou a crise econômica com a única finalidade de eleger Obama, não serei considerado mais louco do que o trêfego cineasta se enunciar uma hipótese teológica bem mais modesta, a de que o versículo intruso foi não apenas o objeto da gafe presidencial, mas também a sua explicação divina, didática e exemplar, soprada pelos anjos ao ouvido do orador para que se autodenunciasse. Nele Jesus diz: “Farão isso porque não conheceram ao Pai nem a Mim.”

Deus tenha misericórdia de nós todos.

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[Original disponível no site da Catholic League

Fazemos eco ao que disse o presidente da Liga Católica: é bastante significativo que uma das primeiras atitudes do presidente norte-americano tenha sido justamente direcionar fundos federais para financiar o aborto. Esperamos que os católicos verdadeiros vejam isso, a fim de que não assistam atônitos e impassíveis ao genocídio silencioso.]

Obama financia o aborto

23 de janeiro de 2009

As notícias recentes dizem que o Presidente Barack Obama vai derrubar as restrições de financiamento de abortos [realizados] em alto mar [overseas] hoje. A política da Cidade do México, que negava financiamento federal para organizações privadas que fazem e promovem abortos, será rescindida por uma ordem executiva.

O presidente da Liga Católica, Bill Donohoue, informou-nos sobre esta decisão hoje:

“Eis que temos um presidente negro pegando dinheiro dos pagadores de impostos, em uma época de crise econômica, e entregando-o para organizações – muitas das quais são anti-católicas – a fim de que elas possam gastá-lo matando bebês não-brancos em países do Terceiro Mundo. E Obama é conhecido como um progressista.

Obama falou repetidas vezes que não é pró-aborto, e alguns católicos, babando [salivating] por um trabalho na sua administração, acreditaram nele. Ele está no cargo há apenas alguns poucos dias e uma das primeiras coisas que ele decidiu fazer foi financiar o aborto. Isto poderia ser equiparável [on a par with] a alguém que dissesse ser a favor do controle de armas e fornecesse fundos para a NRA [National Rifle Association]. De fato, ninguém gasta dinheiro para apoiar algo que ele realmente abomine. Em suma, é o tempo em que os grupos pró-aborto podem simplesmente dizer que, quaisquer que sejam as reservas que eles possam ter referente ao aborto (e alguns não têm nenhuma), elas [as reservas] estão compensadas [outweighed] pelo seu total apoio a ele.

Exatamente na Segunda-Feira passada, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos tornou pública uma carta enviada para Obama pedindo-lhe que mantivesse a política do Estado do México. Obama tomou sua decisão, e nós esperamos que todo católico que é realmente pró vida entenda isso”.

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