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Posts Tagged ‘hazteoir’

O parlamento belga condenou Bento XVI. Segundo HazteOir:

Algunos medios de comunicación y políticos europeos han desencadenado una reacción violenta en contra de las declaraciones del Papa sobre el combate al sida. La postura más intolerante ha venido por parte del Parlamento belga, quien aprobó por amplia mayoría una resolución en la que instó al Gobierno a condenar las “declaraciones inaceptables” del Papa contra el uso del preservativo en la lucha contra el sida y a protestar oficialmente ante el Vaticano.

O caso enseja pelo menos duas considerações interessantes.

Primeira: quem é o parlamento belga para “condenar” as declarações do Papa?! Note-se que não  estamos falando na mera opinião expressa por políticos belgas, e sim numa resolução aprovada que faz com que o Governo condene as “declarações inaceitáveis” de Bento XVI. Oras, o Santo Padre não está impondo a Doutrina Católica ao governo belga. O Santo Padre, aliás, nem mesmo estava falando ao governo belga! Por que motivo as suas declarações seriam “inaceitáveis” a ponto de receber não somente uma réplica no plano das idéias, mas um documento oficial do Governo? A Doutrina Católica não pode mais ser exposta? Cliquem aqui para escrever a diversas embaixadas belgas criticando esta resolução!

Segunda: posso estar enganado, mas não lembro de ter visto autoridades africanas condenarem as declarações de Bento XVI. Quem as condena são a Bélgica, a França, ONGs, etc… oras, por qual motivo será que aqueles governos a quem foram endereçadas as palavras do Papa e que mais sofrem com o problema da AIDS são justamente os que menos vemos fazer estardalhaço contra Sua Santidade? Talvez os dados abaixo – tirados da matéria de HO acima linkada – expliquem um pouco isso:

Suazilandia: 5% de católicos, 42,6% infectados de SIDA

Botswana: 4% de católicos, 37% infectados de SIDA

Sudáfrica: 6% de católicos, 22% infectados de SIDA

Uganda*: 43% de católicos, 4% infectados de SIDA

* En 1991 el 15% de la población estaba infectada en Uganda, 10 años después esa proporción se redujo al 4%. En los últimos 20 años, Uganda ha sido la única nación que ha reducido el sida hasta en un 75%, hecho reconocido por Naciones Unidas.

É muito fácil falar quando se está fora do olho do furacão…

P.S.: Esta resolução do parlamento belga foi aprovada no início do mês. O Vaticano já se manifestou contrário a ela.

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Este é o título de um email que eu recebi do HazteOir, sobre a Marcha por La Vida ocorrida em diversas cidades da Espanha neste final de semana. Multidões de pessoas que saíram às ruas para protestar contra as legislações assassinas que querem impôr ao povo espanhol; centenas de milhares de espanhóis gritando um retumbante sim à vida, que ecoou por todos os cantos da Espanha. Excelente! Assim escreveu o sr. Ignacio Arsuaga:

El grito del domingo ya no lo van a poder ignorar ni el Presidente del Gobierno ni la Ministra de la Igualdad, ni nadie. Ayer dimos un paso de gigante, en una serie de movilizaciones que vamos a impulsar en los próximos meses, hasta conseguir que el Gobierno se rinda ante el clamor popular.

[…]

Después de este fin de semana, ahora más que nunca, estoy convencido de que podemos ganar la batalla de la vida.

Sim, nós podemos. Basta que levemos a sério a batalha; basta que tenhamos consciência da gravidade da situação e a enfrentemos com a seriedade que ela exige. À semelhança da Espanha, também o Brasil está ameaçado por políticos abortistas; também esta Terra de Santa Cruz precisa que o seu povo se levante em defesa da vida humana inocente. Sigamos o exemplo dos espanhóis: lutemos por nossos princípios, e façamos valer as leis de Deus.

Links sobre a Marcha por la Vida:

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campanha_natalComentei na semana passada sobre as ameaças sofridas pelo Natal, graças às quais uma festa cristã por excelência estava sendo despojada de todas as suas características próprias e transformada em qualquer coisa de “genérica”, de “palatável”, sem gosto e sem significado algum. O Natal não é uma festa genérica; é, antes, algo muito específico, o nascimento do Verbo Divino, do Filho de Deus feito Carne para a nossa salvação. E não é possível “inventarmos” um natal que agrade a todo mundo: desde o Seu nascimento, foi profetizado que o Filho de Deus seria “uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e (…) um sinal que provocará contradições” (Lc 2, 34). Devemos ser fiéis ao Natal que existiu; não a um “natal” que se adeque às nossas conveniências modernas.

O Miles Ecclesiae lançou uma oportuna campanha para que salvemos o Natal. Os ataques sofridos pela festa cristã não se concentram somente no Brasil; também na Espanha, o HazteOir fez as mesmas denúncias, e disse que urge recuperar o espaço perdido, onde sinos e renas, papais noéis e bolas coloridas tomaram o lugar dos presépios em homenagem ao aniversariante. Façamos a nossa parte para divulgar o verdadeiro sentido do Natal.

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A cretinice dos abortistas não tem limites. Na semana passada, um barco-abortista chamado Langenort chegou à Espanha, vindo da Holanda. A idéia diabólica por trás do plano era a seguinte: como a legislação espanhola é mais restritiva (ma non troppo…) do que a holandesa no que se refere ao assassinato de crianças inocentes, então o navio da morte se propôs a recolher, em solo espanhol, mulheres dispostas a matar os próprios filhos, levá-las até o alto-mar e, lá, praticar o crime. Como as águas internacionais não fazem parte do território espanhol, a legislação espanhola não é lá aplicada.

O barco é propriedade de uma ONG de assassinas chamada Mujeres sobre las olas (“Mulheres sobre as ondas” – Women on Waves). Chegou em Valência na sexta-feira última, 16 de outubro, e matou três crianças. As três foram carinhosamente batizadas de Maria, Marta e João, pelos defensores da vida, que denunciaram com destemor a sanha assassina do Langenort. Graças a Deus, o barco – que tencionava realizar 11 assassinatos – só conseguiu realizar quatro (a quarta vítima foi o filho de uma menor de idade, que o barco carniceiro conseguiu seduzir quando já havia anunciado que voltaria à Holanda). Eis as fotos dos bebês covardemente assassinados no ventre de suas mães:

Juan, descanse en Paz

Juan, descanse en Paz

Maria, dos dias antes de morir a manos del carnicero

María, dos días antes de morir a manos del carnicero

De no haber Carbonell acabado con su vida, Marta habria sido madre

De no haber Carbonell acabado con su vída, Marta habría sido madre

Foi feita uma denúncia contra a maldita ONG e contra as autoridades portuárias que permitiram que o Langenort – um barco vindo de outro país com o claro e manifesto intuito de burlar as leis espanholas sobre o aborto – aportasse em Valência. Centenas de pessoas, na própria sexta-feira, fizeram um manifesto em favor da vida defronte ao barco assassino. Temos motivos para dar graças a Deus, porque a expedição do Langenort à Espanha foi um fracasso.

No entanto, também temos motivos para chorar, porque quatro crianças – João, Marta, Maria e um outro que não chegou a ter nome; chamemo-lo José – foram covardemente assassinadas. Que não nos esqueçamos destes quatro pequenos espanhóis; que nos esforcemos para acabar com a abominável prática do aborto, em memória de Maria, Marta, João e José e de tantos outros seres humanos que viram lixo hospitalar nas mãos covardes dos abortistas. Não nos esqueçamos deste crime horrível. E lutemos para que o direito à vida – primeiro e mais fundamental de todos os direitos – seja universalmente respeitado neste mundo.

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O site hazteOir está hospedando um manifesto que pretende mobilizar pessoas na internet para que se pronunciem contra a política espanhola de promoção do aborto. Nós sabemos que Zapatero promete ampliar os casos em que o aborto já é permitido no país. Em setembro último, o cardeal Levada protestou contra esta intenção. Há mais de um ano, em agosto de 2007, já se denunciava que o aborto havia se transformado em uma verdadeira epidemia na Espanha.

Eu já assinei; cliquem na figura acima e assinem também, não demora nem um minuto. Aos blogueiros, aproveitem para aderir à campanha. Encaminho, abaixo, o email que recebi sobre o assunto.

* * *

Querido/a :
Cuando lanzamos hace dos semanas la plataforma “Derecho a Vivir”, no nos imaginábamos que fuéramos a recibir tantos apoyos en tan poco tiempo. Estos son los datos a lunes 6 de octubre de 2008:

54.497 adhesiones particulares vía web
141 blogs adheridos
52 entidades
153.728 páginas vistas
70.437 visitas
15.929 visitas en un solo día (26 de septiembre)
298 suscriptores al boletín de noticias de la web
50.950 visitas en los vídeos de DAV en YouTube
11.240 visitas en los vídeos de DAV en Blip.tv
2.910 miembros en el grupo de Facebook

Jamás una iniciativa de HazteOir.org había alcanzado este nivel de difusión y de adhesiones en menos de dos semanas. Hemos logrado conectar con una parte amplia de la sociedad, que va más mucho más allá de otras de las campañas que hemos promovido. Señal de que hay millones de ciudadanos, también votantes del PSOE, que apuestan por la vida.
Por eso, te animamos a que apoyes el Derecho a Vivir ahora animando a tus amigos y familiares a que firmen a favor de la vida y de la mujer. Como sabes, pueden hacerlo desde:
http://derechoavivir.org
Cada miembro adulto de tu familia puede firmar la petición.
Tenemos que ser capaces, en las próximas semanas, de conseguir llegar a las 100.000 adhesiones a Derecho a Vivir. Porque, como sabes, lograremos parar el aborto libre sólo si logramos reunir a un grupo – suficientemente numerosos – de ciudadanos conscientes y responsables capaces de multiplicar nuestro mensaje.
Precisamente hemos basado la campaña de Derecho a Vivir en la difusión “viral” de nuestros mensajes e iniciativas. Por eso es vital seguir sumando adhesiones.
Pero, ¿qué es eso de la “difusión viral”? Muy sencillo, te pongo un ejemplo:

Producimos y publicamos un nuevo vídeo que muestra la realidad del aborto.
Enviamos el vídeo a todos los miembros y simpatizantes de Derecho a Vivir.
Estos, a su vez, lo envían a sus amigos.
Sus amigos lo reenvían a otros amigos.

Muchas gracias por tu apoyo. Contamos contigo para ganar esta batalla. Ya sabes dónde firmar:
http://derechoavivir.org
Un abrazo,
Dra. Gádor Joya
Coordinadora de Derecho a Vivir

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