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Posts Tagged ‘dilma rousseff’

Suécia legaliza o “casamento gay”. Segundo a notícia, a “união civil” entre pessoas do mesmo sexo era já permitida e, agora, o que foi aprovado foi o “casamento” formal. Não sei as distinções jurídicas específicas entre as duas coisas, mas gostaria de dizer que 1. o resultado da votação [261 votos a 22] é vergonhoso e preocupante, 2. ao menos a lei (ainda! Ainda!) “não obriga os clérigos que discordam dela a celebrarem os casamentos”, 3. a Igreja Luterana Sueca “disse que está aberta a celebrar e a registrar uniões do mesmo sexo”, dando mais uma vez eloqüente testemunho da degradação moral até onde se chega longe de Roma, e 4. não entendo o motivo de “Gays faze[re]m ato pelo uso da camisinha”, como é mostrado na foto…

– O Diário de Pernambuco daqui da terrinha publicou uma matéria em defesa do aborto legal: as pessoas começam a tomar posições mais claras, e as defesas antes veladas agora são impressas e publicadas à luz do dia. Vale lembrar que não existe aborto legal no país, ao contrário do que diz a reportagem. É uma lástima que os hospitais recebam dinheiro do SUS para assassinar crianças; mas é reconfortante saber que “profissionais de saúde de hospitais públicos que oferecem o serviço de aborto legal recusam-se a realizar o procedimento”. A sanha assassina do governo não é compartilhada pelos cidadãos; estes recusam-se a entorpecer a sua consciência com argumentos falaciosos mil, e sabem que o “não matarás” que carregam inscrito no coração é indelével.

– É uma coisa impressionante encontrar uma notícia dessas na grande mídia e, portanto, gostaria somente de registrar aqui: Dilma e sua trupe planejavam seqüestrar o (então) Ministro da Fazenda Antônio Delfim Netto, segundo afirma o Josias de Souza no seu blog. A ex-terrorista nega peremptoriamente. E, aliás, acho bem provável que quase ninguém dê bola para isso…

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Vi hoje uma notícia sobre a sra. Dilma “ex-terrorista” Roussef – a mesma que injustificadamente fez uma leitura numa Missa na Canção Nova no final do ano passado e, depois, como se não fosse o bastante, repetiu a dose mais recentemente em uma missa celebrada pelo pe. Marcelo Rossi – segundo a qual a excelentíssima Ministra da Casa Civil “defende legalização do aborto e distribuição de renda”. Ao menos dois trechos da reportagem – duas frases da Ministra – são bem reveladores:

Abortar não é fácil para mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização.

Fui batizada na Igreja Católica, mas não pratico. Mas, olha, balançou o avião, a gente faz uma rezinha.

A primeira frase é de longe a mais escandalosa: a sra. Ministra defende a legalização do aborto! O que raios uma senhora abortista, portanto, estava fazendo – já por duas vezes! – junto ao Altar da Santa Missa, fazendo leituras da palavra de Deus? E, se a senhora Rousseff – como ela mesma diz – não pratica a religião católica, por qual escuso motivo ela se dispôs a fazer as leituras da Santa Missa na Canção Nova e na missa do Padre Marcelo Rossi?

E agora? Uma vez que a ministra não-católica e abortista pôs as garras de fora e disse claramente quem é, será que vamos receber alguma justificativa dos [ir]responsáveis pela sua presença como leitora na celebração da Santa Missa? E – mais importante! – será que agora as nossas missas ficarão enfim livres da presença escandalosa da ex-terrorista abortista declarada? Permita-o Deus: após o escândalo ter tomado tais proporções, repetições futuras do erro não poderão alegar ignorância dos fatos em sua defesa.

Leiam também, sobre o mesmo assunto, o blog do Veritatis.

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Não consigo imaginar nenhuma justificativa para o que fez a Canção Nova. Nenhuma. Num evento chamado “Hosana Brasil”, foram colocados para desempenhar papéis na Liturgia – respectivamente, Primeira Leitura e Prece dos Fiéis – a sra. Dilma Rousseff e o sr. Gilberto Carvalho. A sra. Rousseff é pré-candidata à presidência do Brasil pelo Partido Totalitário, ex-terrorista (como já foi dito aqui) e ABORTISTA. O sr. Carvalho é um dos responsáveis pela ridícula panfletagem em São Paulo em defesa de Marta Suplicy (como também já foi dito aqui) e adepto da Heresia da Libertação. Não me consta que nenhum dos dois tenha repudiado as suas posições radicalmente incompatíveis com a Igreja Católica. Não consigo entender, então, o que os dois estavam fazendo próximo ao altar da Santa Missa, desempenhando funções litúrgicas às vistas de todos os telespectadores da Canção Nova.

A mensagem implícita transmitida por esta escandalosa atitude é a seguinte: “tudo bem” ser abortista. “Tudo bem” ser adepto de um excremento teológico já incontáveis vezes condenado pelos Papas e que tanto mal fez à Igreja. Está tudo muito bem, porque afinal a Canção Nova colocou essas pessoas, diante do Brasil inteiro, para fazerem leituras na celebração da Santa Missa! E, de repente, miraculosamente, todo o empenho destas duas pessoas na aplicação do contrário do que ensina a Igreja esvanece-se como fumaça, e passa a não ter nenhum valor, soterrado pela Missa transmitida pela Canção Nova e por meia dúzia de palavras bonitas ditas após o escândalo.

Os inimigos da Igreja zombam d’Ela, sob o beneplácito da maior Comunidade Nova brasileira! É frustrante e incompreensível. Será possível que as pessoas responsáveis por organizar a celebração não sabiam que estavam convidando uma abortista para fazer a proclamação da Primeira Leitura? Será possível que não passou pela cabeça de ninguém a enorme inconveniência desta atitude? A ex-terrorista abortista é a provável sucessora de Lula em 2010. Daqui a dois anos, quando dissermos que os católicos não podem votar em abortistas, o que vão pensar as pessoas que viram a Dilma fazer leituras numa missa do “Hosana Brasil”? Nós vamos encontrar ouvidos surdos, e parte desta culpa será da Canção Nova!

Não venham dizer que ela pode “se converter” ao se aproximar da Canção Nova. Já basta de irresponsabilidade. Poder, é claro que pode, porque para Deus nada é impossível; mas ela também pode muito bem não se converter e, aí, devolvo a pergunta: e se ela não se converter? Por acaso foi apresentada uma abortista ao povo católico, exercendo funções dentro da Liturgia da Santa Missa, pensando na possibilidade de que ela venha se converter no futuro, é isso? Isso é desprezar a Doutrina da Igreja que se deve guardar e viver, na medida em que  imprudentemente se apresenta – fazendo leituras na Santa Missa! – uma abortista confessa que (até onde eu saiba) não deu sinais de arrependimento. Isso não é evangelização, é anti-evangelização. O alcance que tem a Canção Nova no território brasileiro é invejável; ao invés de utilizá-lo para anunciar com destemor as exigências da Fé para a vida pública – mormente para a política -, gera-se escândalo na medida em que se age com subserviência aos criminosos que, hoje, ocupam os cargos públicos do nosso país.

Não dá para entender o que a Canção Nova espera com essa atitude. Conseguir favores políticos? “Limpar a barra” da ex-terrorista [e atual] abortista? Semear o indiferentismo? Cair nas graças [ou nas garras…] do PT? Afinal de contas, o quê? Qual é o papel da Canção Nova? Evangelizar a tempo integral, ou apenas “de vez em quando”, “desevangelizando” nos intervalos? Afinal, se ela “não percebe” que (obviamente) uma abortista declarada não pode fazer a Primeira Leitura da Santa Missa, sinto dizer, mas ela não tem competência para evangelizar. Esta atitude é profundamente lamentável e grandemente digna de repúdio por parte dos católicos. Após este triste episódio, algumas coisas ficam as mesmas mas, no entanto, outras mudam. Dilma Rousseff continua sendo uma abortista, mesmo fazendo leituras na Canção Nova; mas e quanto à Canção Nova, será que pode dizer, de cabeça erguida, que em tudo age buscando a maior glória de Deus e a exaltação da Santa Madre Igreja?

Tenha Deus misericórdia de nós todos.

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Recebi por email, o curriculum de Dilma Rousseff, a nossa presidenciável em 2010

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